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Soneto Dos

(Víctor Lemes) ¿Quién eres tú, amada? En el silencio de una sonrisa Te has entrado en mi corazón Y has hecho demasiado daño. Destruyó todas las paredes, Instalóse en mi cabeza Como una memoria dulce Que traigo conmigo para siempre. No me importa más Quien eres tú, doña de la luna, Tienes un espacio eterno aquí. No te preocupes con eso, Fui creado para este fin: seguirte Donde vayas como la sombra de un eclipse.

Eclipse

(Víctor Lemes) Que besteira, não? Torcer para ver Como o olhar da Lua Se apaga nos céus do coração. Engraçado, não? Apagar o brilho do Sol Refletido naqueles olhos, Como se usasse óculos escuros. E, só, aqui eu penso... Como podem apagar O meu presente assim? E, só, aqui eu sinto... Como posso amar Tão longe de mim?

A música

(Ví ctor Lemes) Dizem que a língua universal É aquela da matemática, Pois, em qualquer lugar Que se vá, sua lógica É idêntica sempre. No entanto, penso que ela Não seja tão universal assim, Afinal, a matemática exige Uma certa razão, coisa essa Que nos falta às vezes. Penso que a verdadeira Língua que seja realmente Universal seja aquela chamada De música. Esta sim, atravessa O universo inteiro, nunca morre. Não há necesidade de palavra Alguma, tampouco pontuação. Basta que abra seu coração E sinta suas notas, suas escalas, São como versos nesta poesia. Admiro e amo aquela que Consegue traduzir sentimentos Em melodias, quando morrer Não quero expirar o ar, Quero cantar E então, nunca mais partirei.

Sem título

( Víctor Lemes ) Ando tão triste Às vezes, à noite custo-me A conseguir dormir E quando vou deitar Cubro-me com as cobertas O meu corpo, e as lágrimas O meu rosto Ando tão frio Quase sempre, à noite sinto O vento gelado atravessar Meu corpo, como se eu não Estivesse ali, como se nada Houvesse como matéria Que desviasse o ar

Consegue sentir

(Víctor Lemes) Consegue sentir? Meus dedos estralam antes De digitar estas palavras Que alguém me sussurra Bem próximo nos ouvidos, Como se quisesse que apenas Eu as escutasse... Consegue sentir? Os pelos que cobrem meus braços Estão tão despertos quanto Os desejos de uma criança Por algum presente dado sem propósito, Esse calafrio bom em meu corpo A tudo percorre... Consegue sentir? Como olho para estas palavras Que começam a aparecer nestas linhas Apenas por vontade própria De uma vez mais trazê-la em memória, Como que embrulhando-a com o olhar A tenho como presente... Consegue sentir? O quanto meus sentimentos não sei Mais como guardá-los, não sei Como ocultá-los, não quero mais omiti-los Há em mim a urgência de um alarme, Às pressas vivo meus instantes à espera De um instante ser o bastante... Consegue sorrir? Pois já lhe afirmei e repito in...

Soneto Uno

(Víctor Lemes) No te preocupes, cariño. Mi perdone por quererte feliz, A el Papá y yo nos gustamos Muchísimo de su sonrisa. Por eso que planeamos Otra sorpresa para ti Pero, sobre ella no puedo dicer Casi nada más, tendrás que esperar. Lo que siento por tu felicidad És como mi Papá sientes por mía, És como una eternidad en euforia. Entonces, otra vez más hogo que Mi perdone por dedicarte mi poesía, Aunque distante, sólo confía.

Consegue sentir

(Victor Lemes) Consegue sentir? Meus dedos estralam antes De digitar estas palavras Que alguém me sussurra Bem próximo nos ouvidos, Como se quisesse que apenas Eu as escutasse... Consegue sentir? Os pelos que cobrem meus braços Estão tão despertos quanto Os desejos de uma criança Por algum presente dado sem propósito, Esse calafrio bom em meu corpo A todo percorre... Consegue sentir? Como olho para estas palavras Que começam a aparecer nestas linhas Apenas por vontade própria De uma vez mais trazê-la em memória, Como que embrulhando-a com o olhar A tenho como presente... Consegue sentir? O quanto meus sentimentos não sei Mais como guardá-los, não sei Como ocultá-los, não quero mais omiti-los Há em mim a urgência de um alarme, Às pressas vivo meus instantes à espera De um instante ser o bastante... Consegue sorrir? Pois já lhe afirmei e repito inúmeras vezes Eis sua marca registrada Assim como a audácia é a minha Me pediram para que nunca a perdess...